Um roteiro turístico é elaborado dentro da mina e ilustra-nos o desenvolvimento das técnicas de mineração, do século XIII até aos nossos tempos. Para se iniciar a visita é preciso descer 378 degraus pelas escadas feitas de madeira. A pouco mais de 64 metros abaixo da superfície, as visitas iniciam-se com a apresentação da mina junto à estátua de uma
das primeiras pessoas a visitar a mina de sal de Wieliczka: Nicolaus Copernicus.De galeria em galeria, através de estátuas que representam várias personalidades, fica-se a conhecer muitas histórias. Uma delas é sobre a aliança, que apareceu miraculosamente na mina de Wieliczka depois de ter sido atirada pela princesa húngara Kinga, casada com o príncipe polaco Boleslau, numa outra mina situada na região de Marmaros.
Neste primeiro nível também se abordam temas como o perigo do metano acumulado na mina e o transporte de sal entre as galerias subterrâneas, afigurado por diferentes estátuas como as carroças de madeira, os cavalos e os barris utilizados nas diversas escavações.
Já no segundo nível, a mais de 90 metros de profundidade é possível observar como se faz a drenagem da água da mina para a superfície e encontrar vários anões a representar as diferentes funções dos mineiros. Algumas galerias reproduzem os locais onde os
funcionários supervisionavam o trabalho e guardavam ferramentas, mapas e luzes, e, outras apresentam capelas com altares. Uma deslumbrante imagem de Cristo crucificado, o Sagrado coração de Jesus, as cenas do novo testamento nas paredes, o relevo da Última Ceia e a estátua de João Paulo II são algumas das fascinantes figuras que embelezam a mais emblemática capela da mina, a capela da Santa Kinga. Estes eram locais sagrados para os mineiros, pois era aqui que eles rezavam pela sua segurança dentro da mina.
Lagos de sal, o transporte de sal modernizado, a galeria onde foi feito o primeiro voo subterrâneo de balão, que entrou para o Livro de Records do Guinness, salas de eventos e de exposições, são outros exemplos dos extraordinários espaços da mina de sal.
A visita termina no restaurante Witold Budryk onde se pode relaxar e ter uma refeição, sendo também possível comprar alguns souvenirs feitos de sal, para mais tarde recordar.
A 135,6 metros subterrâneos existe o elevador que levará os turistas até à superfície da mina de sal de Wieliczka, classificada em 1978 como Património Mundial, pela Unesco.
das primeiras pessoas a visitar a mina de sal de Wieliczka: Nicolaus Copernicus.De galeria em galeria, através de estátuas que representam várias personalidades, fica-se a conhecer muitas histórias. Uma delas é sobre a aliança, que apareceu miraculosamente na mina de Wieliczka depois de ter sido atirada pela princesa húngara Kinga, casada com o príncipe polaco Boleslau, numa outra mina situada na região de Marmaros.Neste primeiro nível também se abordam temas como o perigo do metano acumulado na mina e o transporte de sal entre as galerias subterrâneas, afigurado por diferentes estátuas como as carroças de madeira, os cavalos e os barris utilizados nas diversas escavações.
Já no segundo nível, a mais de 90 metros de profundidade é possível observar como se faz a drenagem da água da mina para a superfície e encontrar vários anões a representar as diferentes funções dos mineiros. Algumas galerias reproduzem os locais onde os
funcionários supervisionavam o trabalho e guardavam ferramentas, mapas e luzes, e, outras apresentam capelas com altares. Uma deslumbrante imagem de Cristo crucificado, o Sagrado coração de Jesus, as cenas do novo testamento nas paredes, o relevo da Última Ceia e a estátua de João Paulo II são algumas das fascinantes figuras que embelezam a mais emblemática capela da mina, a capela da Santa Kinga. Estes eram locais sagrados para os mineiros, pois era aqui que eles rezavam pela sua segurança dentro da mina.Lagos de sal, o transporte de sal modernizado, a galeria onde foi feito o primeiro voo subterrâneo de balão, que entrou para o Livro de Records do Guinness, salas de eventos e de exposições, são outros exemplos dos extraordinários espaços da mina de sal.
A visita termina no restaurante Witold Budryk onde se pode relaxar e ter uma refeição, sendo também possível comprar alguns souvenirs feitos de sal, para mais tarde recordar.
A 135,6 metros subterrâneos existe o elevador que levará os turistas até à superfície da mina de sal de Wieliczka, classificada em 1978 como Património Mundial, pela Unesco.
Fotos: Autor desconhecido
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ResponderExcluirWhat an interesting look at the Wieliczka Salt Mine and the history behind this remarkable place. Travel stories about historic sites like this are a great reminder that some of the most fascinating destinations are the ones where architecture, local traditions, and centuries of history come together. I especially enjoy discovering places that have a story beyond what visitors can see at first glance. This also made me think about how much historical depth can be found throughout Europe, including Italy, where almost every region has its own unique cultural heritage and lesser-known stories. I’ve been exploring Visions of Italy for exactly this reason, as it brings together interesting stories about Italian history, culture, and places that are often overlooked by typical travel guides. It’s always rewarding to discover these hidden historical connections while traveling and to learn something new from every destination.
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